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Sistema do Coach

Glossário — termos do Sistema do Coach

Use sempre estes termos na documentação (e na tela).

Use sempre estes termos na documentação (e na tela). Evite sinônimos. Cada verbete traz o termo em pt-BR e a definição do que ele significa na prática.

  • Programa — o pacote de treino autorado pelo coach: título, nível, duração, foco + os dias (semana × dia da semana). Tem estado rascunho ou publicado e pode ser o base de um tier.
  • Dia / Slot — a unidade “semana N × dia da semana” dentro de um programa. Um dia é composto por sessões. Sem conteúdo autorado = descanso.
  • Sessão — lista ordenada de blocos sob um título e foco (ex.: “Sessão principal · Força + Condicionamento”).
  • Sessão primária — exatamente uma sessão por dia. É o treino que todo atleta recebe, independente do tier. O Padrão vê só ela.
  • Período da sessão — quando a sessão deve ser feita: Manhã, Tarde, Noite ou Dia inteiro; ou nenhum. É orientação escrita ao lado do título, não uma trava de horário. Dia inteiro não é um quarto turno: é a sessão dizendo que serve os três, autorada uma vez só.
  • Bloco — grupo nomeado de exercícios dentro de uma sessão. É a unidade que o atleta registra/conclui e a que carrega o relógio.
  • Exercício — a folha do treino: nome + quando acontece + a prescrição de cada público. Pode ser vinculado a um movimento da biblioteca ou escrito em texto livre.
  • Movimento — item reutilizável da biblioteca (nome, categoria de equipamento, equipamento, vídeo, elegibilidade a recorde). Um exercício referencia um movimento.
  • Complex — um movimento que é uma corrente de outros movimentos, executada como uma unidade indivisível (1 Clean + 1 Front Squat + 1 Shoulder Press). Conta como um exercício. Pode morar na biblioteca ou ser montado direto no bloco.
  • Elegível a recorde — o movimento que o head coach liberou para virar PR. Vale nos dois caminhos: o seletor manual do atleta e a derivação a partir de um bloco benchmark.

Três perguntas independentes sobre o mesmo bloco — não confunda uma com a outra.

  • Formato — o papel do bloco no dia, na ordem em que a aula acontece: Workout Explanation, General Warm-up, Specific Warm-up, Skill Work, Workout of the Day, Rest, Cool Down. (Preparation Flow saiu do seletor; blocos antigos continuam com ele.)
  • Tipo — a capacidade treinada, do mais técnico ao mais restaurativo: Olympic Weightlifting (OWL), Strength Development (SD), Gymnastics Improvement (GI), Plyometrics Work (PW), Base Strengthening (BS), Barbell Cycling (BC), Anaerobic Conditioning (AC), CDL Conditioning (CDL), Competition Simulation (CS), Recovery Mobility (RM). É o que alimenta a distribuição de volume.
  • Estímulo — o envelope de tempo: AMRAP, For Time, EMOM, Tabata, com os campos de cada um (Cap · Round · ON/OFF).
  • Sub-estímulo — um refinamento dentro do estímulo. Hoje só o AMRAP tem um: o AMRAP HIIT, que alterna ON e OFF até o cap e é pontuado pela soma das repetições.

Ao lado deles:

  • Duração estipulada — o tempo que o atleta lê, derivado só do estímulo, verbatim. O cap é a duração, e num bloco intervalado o OFF está dentro dele (30 min de 4-on/2-off são 30 min). Bloco sem estímulo não tem duração — e nada é estimado no lugar.
  • Rounds — quantos rounds o relógio do bloco produz. Onde o relógio tem janelas (EMOM, Tabata, AMRAP HIIT) ele é derivado do cap e não se digita; num For Time ou num AMRAP simples o relógio tem uma janela só, e Rounds é quantas vezes você executa a lista.
  • Rounds por round — quantas vezes a lista é executada dentro de um round do relógio. É o campo que você digita quando o bloco tem janelas. Ex.: um E3MOM9 com 2 faz 2 × 10 Cleans no minuto do Clean.
  • Zona — a intensidade do bloco, de 1 Recuperação a 5 Máxima. É contra ela que o RPE reportado é lido no acompanhamento.
  • Placar do bloco — em que unidade o bloco é medido: Tempo, Rounds, Reps, Carga ou não pontua. Sai do Estímulo e do Tipo por padrão, e você pode discordar dele num bloco pela região Resultado — sem mexer na regra dos outros.
  • Direção — se o menor ou o maior número vence naquele placar. Tempo é menor; o resto é maior.
  • Desempate — um segundo eixo, lido quando o placar empata muita gente. É o caso do EMOM, em que quase todo mundo termina o mesmo número de voltas: ali vale menos segundos no último round.
  • Movimento do placar — num bloco medido em Carga com mais de um movimento, qual deles é o placar. Sem ele, a carga registrada não diria de qual linha veio.
  • Cadência — em que momento do bloco um exercício acontece. O padrão lê ”–”: a linha acontece em todo round.
  • Frequência (do buy-in/buy-out) — Uma vez paga na entrada ou na saída do bloco; A cada round paga na virada de cada round do relógio — e fechar a lista antes do round acabar não cobra de novo. Só existe onde o relógio tem janelas.
  • Buy-in / Buy-out — a linha acontece uma vez só, no começo ou no fim do bloco. Não é multiplicada pelos rounds.
  • Pedágio (“A cada…”) — a linha se repete num intervalo do relógio do bloco (“a cada 3 minutos, 10 toes-to-bar”).
  • Caixa alta do estímulo — o nome do estímulo é gravado em caixa alta na prescrição derivada (TABATA 8×20/10s, 3 rounds FOR TIME), não estilizado por CSS. O que você escreve à mão no campo é preservado exatamente como digitou.
  • Esforço — a unidade de contagem de tudo que não é repetição. Uma linha em tempo, distância, caloria ou altura vale 1 por execução, independentemente da magnitude: 400 m, 1.000 m, 100 cal e uma caixa de 60 cm contam igual. Vale para o denominador de conclusão e para a pontuação de AMRAP.
  • Linha estimada — a linha por exercício que o app derivou do total que o atleta informou, em vez de ele ter digitado uma a uma. Entra normalmente no volume, na conclusão e na análise; a marca serve para você saber o que foi declarado e o que foi deduzido.
  • Tempo no último round — o desempate dos quadros de EMOM: segundos gastos dentro do último round completo. Menos é melhor, e vale só nesses quadros.
  • Pontuação de cap — num For Time capado, cap + 1 s por repetição não feita. Derivada na leitura do quadro; nada disso é gravado no resultado do atleta.
  • Rodízio — em EMOM, a lista deixa de ser um pacote e vira um ciclo: um exercício por round, repetindo. Cada linha ganha o minuto do relógio em que entra — num E2MOM, Min 2, Min 4, Min 6 —, e uma frase acima da lista diz quantas voltas o ciclo dá dentro do cap. Existe só no EMOM: trocar o estímulo do bloco já o desliga, sem você precisar voltar lá.
  • Intervalos — no AMRAP HIIT, quantos ON/OFF cabem no cap (Cap ÷ (ON + OFF)). É derivado e só de leitura; substitui o “Rounds” que o AMRAP não tem.
  • Cada lado — a chave que diz que a quantidade da linha vale para cada braço/perna. O bloco conta os dois lados: 10 cada lado são 20 repetições. Substitui autorar a mesma linha duas vezes com “L/R” no texto.
  • Faixa de carga — prescrever %1RM como um intervalo (85 até 90) em vez de um número. O teto é opcional e precisa ser maior que o mínimo; o atleta lê a faixa inteira.
  • Volume — a quantidade de trabalho de uma raia, prescrita de forma estruturada: um padrão + parâmetros + métrica. É o campo de cima de cada raia, dentro de Escalas; gera o preview ao vivo e alimenta o cálculo de volume e conclusão. Chamava-se “esquema” até esta versão; capítulos e telas mais antigos ainda usam a palavra. (O painel Volume de Resultados é outra coisa: o trabalho acumulado pelo atleta numa janela.)
  • Carga — o campo de baixo da mesma raia: peso, e só peso. Ou fixa (valor + unidade: kg, lb ou % CP) ou percentual (%1RM, com faixa opcional) — nunca as duas na mesma raia; escolher uma limpa a outra. Metro, centímetro, caloria e repetição saíram da carga: são quantidade de trabalho e se autoram no Volume, na métrica correspondente. Um dia antigo com uma dessas unidades continua abrindo e legível, mas não é possível gravar uma nova.
  • Padrão de volume autorável — um de: Séries (5×5), Esquema de reps (21-15-9), Death by (EMOM), Escada (AMRAP), Máximo (∞) ou Isometria/hold. EMOM, AMRAP, For Time, Tabata e Intervalos são relógios e pertencem ao Estímulo do bloco; valores antigos continuam legíveis, mas não aparecem para nova autoria — inclusive a “Escada antiga (legado)”, que juntava Death by e Escada num tipo só.
  • Progressão — um volume em que a quantidade muda de round para round. São três, e cada uma pertence a um estímulo: Esquema de reps (a sequência acaba sozinha — For Time), Death by (sobe a cada minuto até você não fechar o round — EMOM) e Escada (sobe a cada volta enquanto houver tempo — AMRAP). Nenhuma das duas últimas tem teto próprio: quem as encerra é o relógio do bloco.
  • Máximo (∞) — o volume sem quantidade: o atleta faz o máximo que couber na janela do bloco. Não tem parâmetro nenhum, só a métrica (máximo de reps, de calorias, de metros), e só vale sob um relógio que o encerre — AMRAP, EMOM ou Tabata, nunca For Time. Não confunda com “Sem volume (texto livre)”: aquilo é a ausência de prescrição, isto é uma prescrição.
  • Métrica — a unidade da quantidade do Volume: Reps, Tempo (s), Distância (m), Calorias e Altura (cm). A altura é a caixa do box jump, e ela é quantidade, não carga: no preview a raia lê 1 × 60 · 60 cm, e uma caixa vale 1 esforço na conclusão, não 60.
  • Texto para o atleta — a linha legível que o atleta lê (ex.: “21-15-9”, “5 × 5 @ 80%”). É auto-preenchida pelo Volume, e o coach pode sobrescrever.
  • Escala (variante) — a prescrição de um público dentro do exercício. Um bloco por nível (Iniciante · Scaled · RX · Elite), com refinamento opcional por sexo e por divisão.
  • Autore uma raia; refine só onde muda — a regra que vale para os três refinamentos. Nada exige preencher célula que não difere; o sistema degrada para a raia mais próxima.
  • %1RM — carga como percentual do 1RM real do atleta; os quilos são resolvidos para cada atleta na hora de ler o treino. Para altura de caixa, metros e calorias não use carga: isso é quantidade, e se autora no Volume, na métrica correspondente.
  • % CP (% do peso corporal) — carga como fração do peso do atleta, resolvida contra o peso do último check-in de prontidão dele: 50% CP com 82 kg lidos no check-in chega como 41 kg na tela dele. Sem check-in, o app mostra a prescrição (50% CP) e, ao lado, “informe seu peso no check-in” — nunca um percentual sem número.
  • Libra é só entrada — o coach digita 95 lb e a tela mostra ”= 43,1 kg” ao lado, na hora; o que a organização grava é 43,1 kg. Ao reabrir o dia, o campo lê 43,1 kg, não 95 lb. É deliberado: é o que finalmente coloca tonelagem atrás de uma prescrição escrita em libra.
  • Volume & conclusão — o Volume é “aberto” em unidades de trabalho: num volume finito, a soma é o denominador da conclusão; num volume aberto (Death by, Escada, Máximo), mede-se só o realizado.
  • Tier — qual programa-base o atleta consome: Padrão (sem base automática — só o que for matriculado), Impact (base Impact) ou Elite (base Elite, composta com Impact). Atribuído pelo coach. Todas as sessões dos programas resolvidos aparecem; tier não filtra sessões.
  • Scaling — em que dificuldade ele treina e registra: Beginner · Scaled · Rx · Elite. Ortogonal ao tier.
  • Divisão — quem o atleta é, por idade: Adulto · Teens (14–17) · Masters (35+). Terceiro eixo, ortogonal aos outros dois. Derivada da data de nascimento, com override do coach. Sem data de nascimento, cai em Adulto. ⚠️ Chamava-se Individual até 08/09/2026. A palavra passou a nomear um tipo de programa (mais abaixo), e duas coisas com o mesmo nome em telas vizinhas é exatamente a confusão que este glossário existe para evitar — então a divisão cedeu a palavra.
  • Matrícula — o vínculo atleta ‹› programa: a base (que vem do tier) mais quantos programas o coach matricular por cima. É definida pelo coach — o atleta não se auto-matricula.
  • Roster — os atletas da organização: todo mundo que foi admitido, tenha matrícula ou não.
  • Aderência — dias treinados ÷ prescritos numa janela (7 dias… histórico completo). Mede consistência no calendário.
  • Conclusão % — reps feitas ÷ prescritas (por exercício/volume). É diferente de aderência.
  • Classe de benchmark — categoria do benchmark: Girl, Hero ou Benchmark.
  • PR — recorde pessoal, derivado do registro do atleta ou cadastrado por ele.
  • Rx / Scaled — prescrição padrão (Rx) vs. adaptada (Scaled).
  • Caixa de entrada — a fila de triagem de Resultados: os registros do roster no período, ordenados pelo que pede atenção.
  • Sinal — a leitura que o sistema faz de um registro, escrita com os números na frente (“RPE 9 numa zona que esperava até 7”). Tem gravidade: problema, pergunta ou notícia. Sinal ordena e explica; nunca esconde.
  • Painel — cada uma das sete visões de um atleta em Resultados: Visão geral · Prescrição · Volume · Evolução · Pares · Força · Registros.
  • Grupo comparável — quem entra na comparação de Pares: tier · sexo · scaling · divisão. Abre quando fica pequeno demais, e a tela avisa quando abriu.
  • Leaderboard — o quadro da organização, o mesmo que o atleta vê.
  • Recorte — qual quadro: “Back Squat”, “Fran”. Vem de uma fonte (Recordes ou Benchmarks) e é estreitado por categoria (scaling, sexo, divisão).
  • Procedência — como a marca chegou: no treino (derivada de um registro) ou autodeclarado (cadastrada à mão). É mostrada, nunca filtrada.
  • Opt-out — o estado de um atleta que não aparece no quadro. Ele continua vendo o quadro e a própria marca; ninguém consegue deduzir que ele está de fora. Hoje não há interruptor para isso: nem no app do atleta, nem no cockpit.
  • Semana ativa — a semana do programa que está no ar agora. É derivada da âncora de segunda + a data de hoje no fuso da organização, e por isso vira sozinha toda segunda-feira. Não existe botão para movê-la: a única forma de deslocá-la é reancorar o programa.
  • Âncora de segunda — a segunda-feira civil em que começa a semana 1 do programa. É ela que amarra “semana N” a datas reais. Reancorar desloca a linha do tempo inteira.
  • Dia do atleta — o que ele vê numa data = a semana daquela data × o dia da semana dela. Uma data passada mostra o que estava prescrito naquela semana.
  • Autorar adiantado — o hábito de montar as semanas antes de elas chegarem. Como o calendário avança sozinho, semana não autorada chega como descanso.
  • Tipo do programa — para quem o programa é. Três respostas, e só três: Público, Específico e Individual (abaixo). Escolhe-se no formulário de dados, em Programas, e é o mesmo campo na criação e na edição.
  • Público — programa da vitrine, compartilhado: todo atleta matriculado vê as mesmas sessões, e uma edição atinge todos de uma vez. É o que um programa é quando não diz o contrário.
  • Específico — o molde de um plano sob medida. Nunca vai para o atleta como está: matricular alguém nele clona o programa inteiro e matricula a cópia, que nasce Individual. Use quando o mesmo plano vai se repetir com vários atletas.
  • Individual — programa de um atleta só. Fica fora da vitrine, só aparece para ele, e editar não atinge mais ninguém. Não precisa de um Específico antes: pode nascer assim, escolhendo o atleta no formulário — e salvar já o matricula. Um clone de Específico também é Individual: o tipo diz de quem o programa é hoje, não de onde ele veio.
  • Composição (base + overlay) — um programa pode consumir outros: as sessões deles abrem o dia do atleta antes das autoradas.
  • Suprimir componente (por dia) — exceção pontual: exclui a sessão do componente só naquele dia.
  • Base do tier — marca um programa como o base de um tier (Impact = base do Impact; Elite Performance = base do Elite; Padrão não tem base). Não se desativa nem se exclui.
  • Desativar (programa) — gravar a data a partir da qual o programa para de montar o dia. A data é exclusiva: o dia anterior ainda entrega. Não cancela matrícula, não esconde o passado e não é o mesmo que despublicar. Ver Cap. 20.
  • Reativar — voltar a entregar. Não re-ancora: o programa retoma na semana do calendário, não na semana em que parou — as semanas puladas não voltam.
  • Matrícula — o vínculo de um atleta com um programa, com papel Base ou Adicional. É fato histórico: sobrevive ao desligamento do programa e é o que impede a exclusão dele.
  • Excluir programa — apagar o programa para sempre, com os dias autorados e o trilho. Exige desativado + não ser base de tier + nunca ter tido matrícula, e é só do head coach.
  • Desativado × Despublicado — perguntas diferentes. Publicado responde “aparece na vitrine do atleta?”; ativo responde “continua montando o dia?”. Despublicar não interrompe nada para quem já está matriculado.
  • Rascunho local — o que você digitou no Construtor e ainda não salvou, guardado neste navegador. Nunca é restaurado sozinho, e não substitui salvar.
  • Portão de aprovação (da semana) — a trava que decide se uma semana chega ao atleta. Tem quatro estados: Rascunho (nunca enviada), Em revisão (na fila do head coach), Aprovada (assinada — a única que o atleta vê) e Ajustes pedidos (devolvida com observação). Aparece na Programação e, para a semana selecionada, no Construtor.
  • Assinar a semana — aprovar. É ato do head coach e vale pela semana inteira, nunca por um dia solto. Editar qualquer dia derruba a assinatura e a semana volta para “Em revisão”.
  • Semana travada — semana no ar ou passada vista por quem não é head coach: lê “No ar · travada” e não aceita edição. Mexer no treino que os atletas já estão fazendo é decisão do head coach.
  • Importar planilha — subir o micro ciclo escrito no Excel e transformá-lo em semana do programa. São dois passos: a leitura, que só produz o relatório de conferência, e a gravação, que você dispara depois de conferir. Ver Cap. 19.
  • Conferência — o relatório que a leitura produz: um card por dia, um bloco por segmento e uma linha por linha da planilha, cada uma com o que o app fez com ela. É onde você corrige antes de gravar.
  • Casou pelo implemento — o app ligou a linha à biblioteca juntando o nome que você escreveu com o implemento da linha de carga: Power Snatch + BARBELL › Barbell Power Snatch. Vale nos dois sentidos — Barbell Deadlift também casa com Deadlift.
  • Linha ambígua — mais de um movimento da biblioteca pode ser o nome escrito. O app não escolhe: oferece a lista e espera você. Sem escolha, a linha entra como texto livre.
  • Você já ensinou — o selo de um nome que você resolveu numa importação anterior. Cada escolha sua vira um par guardado (o nome como você escreve × o movimento que você quis dizer), e é o que faz a conferência encolher a cada mês. Um nome tem sempre uma resposta atual: escolher outro movimento substitui a anterior.
  • Não entendi (linha) — linha que o app se recusou a interpretar, mostrada como está em vez de virar exercício errado. Hoje o caso conhecido é carga em polegada, unidade que o app ainda não tem.
  • Não importado (bloco) — segmento que não gerou nada para salvar, com o motivo escrito. É o caso do cool down, que na planilha é checklist e não lista de exercícios.
  • Head coach — quem escala, assina, avalia e assina embaixo do que chega ao atleta. É o sócio da organização, e é o único.
  • Perfil de acesso — o que um coach pode fazer: Head Coach (tudo), Criador de treinos (autora treino, lê o resto), Visualizador (só lê).
  • Grade padrão — a escala fixa da organização: horários, modalidade, sala, capacidade e professor padrão. Vale toda semana.
  • Aula — uma ocorrência real da grade, numa data. Tem estado: Sem coach · Agendada · Ao vivo · Aguarda assinatura · Assinada · Cancelada.
  • Assinatura — o ato do head coach que fecha a aula. Aula não assinada não conta em horas nem em folha.
  • Cobertura — quanto da semana já tem professor escalado.
  • Programa da aula — a programação que um horário roda. É uma declaração da aula, não uma decisão sobre o treino do atleta: o dia dele continua vindo da programação dele. Sem programa é uma resposta legítima — Kids e Aulão normalmente não rodam nenhuma, e aí a aula não mostra WOD.
  • Admissão — o pedido de quem quer entrar na organização, à espera da sua decisão.
  • Acesso × Situação — perguntas diferentes. Acesso (tela de Usuários) é “consegue entrar?”; Situação (roster/equipe) é “pode treinar / pode dar aula?”. Uma não implica a outra.
  • Plano — o que a organização vende: nome, cota, janela de reserva, preço declarado e as modalidades que ele abre. É a oferta da organização, não uma cópia que cada aluno carrega: redefinir um plano muda para todo mundo que está nele. Não se apaga — se aposenta.
  • Matrícula — o vínculo comercial de um atleta com a organização: em que plano ele está, desde quando e até quando. É diferente de estar matriculado num programa, que é decisão de treino. Cada atleta tem uma por vez.
  • Cota — quantos acessos o plano dá por ciclo, ou Ilimitado.
  • Ciclo — o período em que a cota vale. É da matrícula, não do calendário: abre no dia em que ela começou e fecha um mês (ou trimestre, ou ano) depois. Não é o dia 1º.
  • Extrato — as linhas que explicam o saldo: ciclo renovado, aula reservada, cancelou na janela, crédito queimado, aula cancelada pela organização, ajuste do head coach. O saldo é a soma delas, nunca um número guardado.
  • Situação da matrícula — a resposta única a “pode reservar?”, e o porquê quando é não: Em dia · Congelada · Vencida · Inadimplente · Encerrada. Vencida se cura renovando a vigência; inadimplente, registrando o pagamento.
  • Congelar — pausar o acesso em acordo. Enquanto congelada, a matrícula não abre ciclo novo: quem volta abre o ciclo em que voltou.
  • Chamada — a lista de quem está na sala, em Check-ins. É a única origem do número de presença: o relatório da aula conta o que ela registrou, e por isso o feedback não pede mais “quantos vieram”.
  • Momento da aula — o estado dela contra o relógio, derivado, nunca digitado: Agendada · A seguir · Ao vivo · Encerrada · Cancelada. Não confunda com o estado da aula na grade (Sem coach, Aguarda assinatura, Assinada), que é sobre a escala.
  • Vaga tomada — um lugar que não está livre: quem reservou e quem já chegou contam igual. Quem está na fila não ocupa vaga.
  • Lista de espera — a fila da aula cheia, na ordem em que se formou. A posição é derivada da ordem de entrada, não um número guardado — ela anda sozinha quando alguém sai.
  • Chamar — promover alguém da fila para uma vaga de verdade. É o gesto manual, para quando é você quem abre o lugar; quando o próprio atleta cancela, o primeiro da fila sobe sozinho.
  • Apurar faltas — fechar a aula encerrada escrevendo o desfecho de quem reservou e não apareceu. A falta consome o acesso do plano; ficar na fila não consome nada.
  • Selo de conexão — a etiqueta no alto dos Check-ins que diz se a tela está recebendo as chegadas na hora (Tempo real · conectado) ou se voltou a se reler a cada dez segundos (Sem tempo real). Ele fala do canal, não da aula: desconectado, a chamada continua certa, só que com atraso.
  • Sessão — você loga uma vez e continua logado entre visitas; a sessão fica guardada com segurança (sem senhas nem tokens no app).
  • Organização — a unidade do produto: quem publica os programas, vende os planos, mantém o quadro e tem o cadastro em Equipe › Organização. Cada organização tem seu head coach, seus atletas, seus planos e sua grade. Um atleta pertence a uma organização por vez, pela matrícula. Um box de CrossFit, como a CrossFit Impacto, é um tipo de organização. ⚠️ Chamava-se Box até 25/09/2026.
  • Box — ver Organização. Como palavra do sistema, saiu de uso; continua valendo para o lugar (o chão do box), para a sala Box da grade e nos nomes de exercício (Box Jump).
  • Programa é ativo da organização — todo coach lê todos os programas, quem tem autoria edita qualquer um, e nada chega ao atleta sem o aval do head coach. A biblioteca de blocos é a exceção: tem dono e só é compartilhada por consentimento explícito.